domingo, 18 de agosto de 2013

Ex-baterista do Korn fala (de novo) sobre a banda

“Olá, pessoal.
Antes de eu entrar neste post, eu quero deixar claro que só estou explicando algumas histórias do começo do Korn, não estou atacando o Korn de forma alguma.
Espero que os fãs do Korn achem isto interessante.
Para todos os haters que vão falar merda, Porque continuar lendo isto? Talvez vocês precisem de ajuda.
Então aí vai.
Em 1991, quando o Korn  estava compondo suas primeiras músicas, estávamos em nosso estúdio de ensaios. Quando tínhamos 6 ou 8 músicas nos fizemos nosso primeiro show, então voltamos para a sala de ensaios para continuar a composição. Então, nos próximos anos, nós escrevemos e reescrevemos músicas, tocamos em inúmeros shows. A música que se tornou nosso primeiro disco, ‘Korn’, foi escrita, tocada ao vivo, e melhorada por uns dois anos e meio. Nosso segundo e terceiro disco ‘Life Is Peach’ e ‘Follow The Leader’ foram escritos em nossos ensaios e ensaiados e afinados várias e várias vezes. nós não fazíamos shows durante a composição, porém. A música e o vocal eram escritos juntos. Este era o ponto chave.
Os primeiros três discos tiveram todo o tipo de tempo quebrado e estranho nas músicas. Nós propositalmente acelerávamos e diminuíamos algumas partes. A maioria destes eram feitas por Fieldy [baixista do Korn] e eu. Nós trocávamos o tempo no meio da música e isto não fazia sentindo.
Uma das grandes coisas sobre as músicas é que elas não possuem regras.
Avance para nosso próximo disco, ‘Issues’, um grande produtor chegou e começou a nos dizer que iria ‘nos levar ao próximo nível’. Eu imediatamente achei que isto era mentira. Eu achei que nós tínhamos acabado de fazer três discos lendários.
Aqui está o próximo ponto chave. Ele queria gravar o disco no sistema digital Pro Tools. Ele também queria gravar tudo em um click track, eliminando todas estas loucas mudanças de tempo e quebradas, os puxões e os empurrões. Eu era o único que achava que isso era uma ideia horrível. Nosso estilo característico estava sob ataque e os caras simplesmente disseram para ouvir este ‘grande’ produtor.
Então nós começamos a compor as músicas. Eu fiz minha parte de bateria tocando no meu estilo. O produtor imediatamente queria que eu simplificasse minha música. Eu disse: ‘Este não é o seu disco. Eu vou fazer isto do meu jeito.’ No próximo dia eu recebi uma ligação de nosso agente dizendo que um dos membros da banda estava falando que eu estou sendo difícil de se trabalhar. Sério! Então estava recebendo o pedido de me tornar um marionete,diminuir minha habilidade e ser um bom garoto. Eu ouvi isso tantas vezes que eu simplesmente simplifiquei tudo.
Uma merda, certo?
A seguir chegou a mensagem de que gravaríamos todas as faixas de música antes de Jon [Davis, vocalista] começar a gravar os vocais. Este foi outro grande golpe em nosso som característico. Nós sempre escrevemos músicas como uma banda de cinco peças e fizemos este sotaque único e as quebradas especificamente para os vocais.
Bem, aí se foi o som único do Korn.
Uma vez que nossa forma original de composição foi trocada, o som original também foi trocado. Eu estava desapontado.
Perguntaram-me inúmeras vezes porque nosso som mudou tanto após ‘Follow The Leader’. Agora vocês sabem a resposta.
Eu amo a música que fizemos após ‘Leader’, não entenda mal. Mas ela perdeu tanto de nosso som que acho que os fãs perceberam.
Fiz várias tentativas de levar a banda de volta aos básicos, e escrever e gravar como fizemos nos três primeiros álbuns, mas encontrei novos obstáculos todas as vezes. Eu não sei por quê. Tudo que eu queria era fazer discos melhores, mas os outros membros não queriam passar um tempo maior fazendo algo da forma original. Mas eu tentei.
Quando eu falei sobre trazer a diversão de volta, eu falava sobre o estilo de composição original.
Eu adoraria voltar aos ensaios com os caras e ressuscitar aquela paixão original e o estilo de composição não convencional e fazer um álbum que se equipare aos três primeiros. Claro, antes disso acontecer eu adoraria sentar com os caras e falar sobre nossas raízes humildes e colocar as coisas em perspectiva.
Eu realmente espero ver os fãs do Korn de novo pelo outro lado do meu kit de bateria.
Se alguém quiser postar isto em algum site, por favor o faça. Tudo que eu peço é que sejam honestos e o postem na íntegra, e não tirem partes do contexto.
Eu espero que os verdadeiros fãs do Korn achem estes pensamentos interessantes.
Cuidem-se todos. Falamos em breve.”

Show de Red Hot Chili Peppers será transmitido na TV

O canal à cabo Multishow irá transmitir ao vivo a apresentação do quarteto na capital paulista.
A informação foi confirmada através do Twitter pelo diretor geral da emissora, Guilherme Zattar.
O show será no dia 7 de novembro na Arena Anhembi.
Os ingressos já estão sendo vendidos através do site Ingresso.com. As entradas custam R$ 500 (pista premium) e R$ 240 (pista). Ambas com meia-entrada para estudantes.
A abertura do show do Red Hot Chili Peppers em São Paulo ficará por conta do Yeah Yeah Yeahs!.
Além de São Paulo, o Red Hot Chili Peppers também se apresenta em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, como parte do Circuito Banco do Brasil.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Dimmu Borgir: Silenoz fala sobre religião e individualidade


Leja Siv Harju, do Hailswebzine.com, recentemente conduziu uma entrevista com o guitarrista Silenoz (Sven Atle Kopperdu) da banda norueguesa DIMMU BORGIR. Alguns trechos dessa conversa podem ser lidos abaixo:
HailsWebzine.com: Muitas pessoas automaticamente encaram uma banda de Death Metal, assim como a sua, como "Satânica", ou enraizada nas práticas do ocultismo, etc. Suas prévias declarações sobre esse assunto sempre foram interessante, mas hoje, quais são suas próprias ideologias sobre a vida, morte, espiritualidade, e a questão "religião" da coisa? Para você, o que a espiritualidade significa ou traz? Como ela é aplicada à música do DIMMU e seu apelo do começo até o agora. O que é a espiritualidade em oposição à religião? E o que “Deus” ou “Satã” trazem à sua cabeça quando você ouve essas palavras?
Silenoz:  Espiritualidade é individual, enquanto a religião não. Ela é feita pelo homem para controle e escravização das pessoas inseguras e aqueles que não arriscam e não lutam. Ter crenças religiosas, ou convicções religiosas, para mim, significa abrir mão do seu direito de nascença de ser um indivíduo único, talvez em mais camadas do que somente a espiritual, e “Satã” com o significado de “satânico”, para mim, significa ser um indivíduo como Satã é na metáfora moderna, de quebrar paradigmas e se afastar do que é considerado normal, ou que é considerado seguro e controlado. Adiciono aqui o progresso. Não somente o científico, mas também em um nível pessoal e tudo o que diz respeito a minha própria existência. Nós não estaríamos aqui sem a contínua evolução. Desta forma, o “Pensamento Luciférico” é uma forma de sempre acender a luz na escuridão. Sem a possibilidade de trazer a luz, ainda estaríamos presos nas trevas. É bem simples se você desvendar o simbolismo. Ser religioso para mim é como deixar suas responsabilidades na porta, para outra pessoa, para alguma divindade. Não faz sentido. [...] Para mim não há maior divindade espiritual que eu mesmo, e tenho orgulho de ter responsabilidade sobre isso, de forma física ou mental. Não comando nada além do fato de que estou aqui solenemente em posse dos meus atos e pensamentos. Isso resume bem meu “código de honra” se você assim o quiser chamar. Não há ninguém para me dizer que devo adorar ou temer outro Deus que não eu mesmo.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ROCK IN RIO


Na semana que comemora os 25 anos do primeiro Rock in Rio, o maior festival de música do Brasil e um dos maiores do mundo, muito tem se falado no Próximo Show “Rock in Rio”. Segundo o prefeito Eduardo Paes,  existe negociações para que seja realizada um novo festival em 2011, dentro de um terreno que seria desapropriado para os Jogos Olímpicos de 2016, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro.
O responsável pelo festival, o empresário Roberto Medina já indicou que o o evento deve mesmo retornar ao país de origem. “Tá na hora de trazer de volta”., disse em entrevista ao






sábado, 1 de dezembro de 2012

Clown vai para ‘Hollywood’



M. Shawn Crahan, também conhecido como Clown, do Slipknot, irá dirigir o vídeo de ”We Are”, do Hollywood Undead, novo single do álbum Notes From the Underground, quarto da banda.
Sobre a seleção, Da Kurlzz disse, “Nós estamos muito entusiasmados de trabalhar com alguém que pensa tão progressivamente sobre sua arte quanto nós. Clown é um grande diretor, e juntos nós vamos entregar algo realmente memorável.”
Crahan fez sua estréia como ator em um thriller chamado The Devil’s Carnival, que saiu no início deste ano. O filme, baseado em um parque temático do inferno, foi dirigido por Darren Lynn Bousman, também conhecido pelo sucesso cult